OUTRAS DIFERENÇAS ENTRE INGLÊS AMERICANO E BRITÂNICO

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Inglês é tudo inglês, certo? Quer dizer, há algumas diferenças regionais, mas, no fundo, é a mesma coisa, não é? Então, caro(a) leitor(a), a resposta curta é que sim, inglês é uma língua internacional, a língua franca do mundo, e você se comunicará com ela com qualquer outro falante que a domine.

Mas…

A realidade é que há diferenças importantes entre a versão americana e britânica do idioma que precisam ser conhecidas pelos estudantes. Nós já fizemos um texto falando sobre diferenças de vocabulário entre as duas variantes.

Vamos ver agora outras palavras e expressões para você aprender ainda mais!

 

  • Saudações, despedidas, etc.

Eis algumas frases que você pode usar em qualquer lugar:

Hi / Hello (Oi / Olá)

How are you? (Como vai?)

How have you been? (Algo parecido com “Como tem passado?” – mais formal)

How (are) you doing? (Mais casual do que “how are you?” – o “are” costuma ser esquecido)

 

Algumas saudações são mais comuns em inglês americano:

What’s up? (Algo como “e aí?”)

Hey, buddy / Hey, y’all / hey, guys (O ‘hey’ com essas palavras soa bastante americano).

What’s going on? (Algo como “o que está pegando?”)

 

E outras são mais comuns em inglês britânico:

What’s happening? (Imagine alguém perguntando “o que está acontecendo”, mas com um sorriso no rosto)

Hello, mate (“Mate” é super comum no Reino Unido).

Alright? (Informal, direto, frequentemente seguido por um nome: “Alright, Terry?”)

Yawright? (Are you all right?) (A palavra yawright é na verdade uma contração da frase Are you all right?)

 

 

  • Amigos, rapazes e moças

Terms of endearment são como chamamos os nomes carinhosos que damos a amigos, namorados, ou que usamos no dia a dia para sermos simpáticos com as pessoas.

 

Na Inglaterra, é comum entre homens e mulheres, mesmo quando não se conhecem bem, que sejam usadas frases como:

Here you are, my love (dado que as idades entre os dois não seja um problema, é comum usar love em situações corriqueiras, como quando um garçom traz o seu pedido – “aqui está, meu amor”)

Thanks, my dear (my dear = meu/minha querido/a)

I’m with my mates at the pub (mate é o mesmo que friend – “estou com meus amigos no pub”)

Who’s the bloke in the blue suit? (bloke é comum para dizer “rapaz”, “cara”, “homem” – “quem é o cara com o terno azul?”)

 

Já nos Estados Unidos, é mais comum nessas mesmas situações ouvir palavras como:

Honey / Sweetheart (entre homens e mulheres)

Buddies / pals (para os “parças)

Guy / dude (o “cara”)

 

  • Cansado, feliz, irritado…

As sensações da vida diária são um prato cheio para o aparecimento de gírias e expressões idiomáticas particulares de cada país:

 

I’m knackered (gíria inglesa para “estar cansado”)

I’m beat (gíria americana para “estar cansado”)

I’m tired / exhausted (neutro)

 

He’s chuffed to bits! (expressão para demonstrar felicidade em inglês britânico)

He is happy as a clam! (expressão norte-americana)

He’s happy / thrilled / delighted (neutro)

 

She is pissed off / mad / angry / furious (neutro para “brava”, “irritada” – “she is pissed” sem o off pode ser confundido com “estar bêbada”)

She is freaking out (comum nos EUA – irritada, desesperada)

She’s gone mental (comum no Reino Unido – brava, louca)

 

That’s not true! (acusando uma mentira – neutro)

That’s rubbish! (gíria britânica – rubbish = lixo)

That’s bullshit! (gíria americana para a mesma coisa)

 

I’m a little hungry (neutro – “com um pouco de fome”)

I’m feeling a little peckish (gíria britânica)

I’ve got the munchies (gíria mais comum nos EUA)

 

  • Parecidos, mas diferentes

Há outras expressões do cotidiano que mudam pouco de uma variante para outra. Mas que ainda assim, denunciam a origem de quem as usa.

 

Knock on wood (o popular “bater na madeira”, na expressão norte-americana – superstição)

Touch wood (Os britânicos “tocam madeira”)

 

Ups and downs (Os “altos e baixos”, ou as coisas positivas e negativas de algo, na expressão norte-americana)

Swings and roundabouts (A versão britânica dessa expressão)

 

To have a go at somebody (Agredir alguém, tanto de forma física quanto verbal – britânico)

To tear into somebody (A versão norte-americana)

 

To bang on about something (Falar sem parar sobre alguma coisa, aborrecendo quem estiver perto – britânico)

To rant and rave about something (a mesma coisa, mas na América do Norte)

 

To have skeletons in the closet (“Ter esqueletos no armário”, literalmente, na versão norte-americana)

To have skeletons in the cupboard (A mesma coisa, mas parece que os ingleses preferem guardar os seus esqueletos no “armário de cozinha”)

 

  • A cultura molda a língua e vice-versa

Em todos os países falantes de inglês, há inúmeras expressões regionais que fazem muito mais do que simplesmente diversificar a língua. Elas revelam também alguma coisa da personalidade de cada povo, como eles exageram, evitam conflitos, fazem piadas, etc…

Por isso, pode ser muito importante estudar a língua por um viés mais cultural. Principalmente se o seu propósito for se estabelecer em um determinado país.

Mas se esse não for o seu caso, não se preocupe tanto com as diferenças, pelo menos no começo do seu curso. A dica de ouro é sempre procurar aprender e usar palavras e expressões mais neutras. E, claro, saber perguntar quando não entender alguma gíria ou coisa parecida.

I’m sorry, what do you mean by that?, por exemplo – O que você quer dizer com isso?

 

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