AS GRANDES RAZÕES PARA APRENDER UM NOVO IDIOMA

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Há cerca de 6.500 línguas faladas no mundo. Algumas delas têm apenas algumas centenas de falantes (umas duas mil, na verdade) e outras contam com centenas de milhões de falantes. Só o mandarim chinês tem mais de um bilhão de falantes! Inglês e espanhol completam o top 3 de línguas mais faladas do mundo, sendo também as mais ensinadas para os brasileiros. Mas será que estamos aprendendo? E, se não estivermos, quais são os benefícios que estamos deixando de usufruir?

Vamos ver!

 

O lado cognitivo

Mais de 40% da população mundial falam mais de uma língua, e cerca de 13% falam três. Mas no Brasil, apenas cerca de 5% da população falam um segundo idioma fluentemente. E esse déficit não nos ajuda a acompanhar o desenvolvimento do mundo globalizado por muitas razões, uma delas de ordem cognitiva.

O Brasil tem um déficit histórico com a qualidade de sua educação, o que torna o domínio pleno da própria língua nacional uma dificuldade para muitos. Comunicar-se bem significa transformar em palavras nossos sentimentos, ambições, valores e opiniões. Um vasto domínio do vocabulário e das estruturas sintáticas elevam o nível do pensamento, nos levam a tomar decisões mais equilibradas e a socializar de maneira mais agradável e eficiente.

A fluência em um segundo idioma naturalmente faz com que sejamos melhores solucionadores de problemas, por exemplo. Além de aumentar as possibilidades das nossas interações – falar com gente com quem não falaríamos; ler, ouvir e entender conteúdos que normalmente não acessaríamos. Isso também nos ajuda a eliminar as más consequências de uma dose alta de inibição.

Isso tudo acaba tendo um impacto sobre o aprendizado de outros (quaisquer) assuntos. Uma pessoa que tenha uma boa instrução linguística e desempenho terá mais facilidade para o sucesso de sua educação como um todo.

O que nos leva à questão do conhecimento…

 

O lado cultural

Uma das coisas que mais fazem os brasileiros empacarem nos estudos das línguas estrangeiras é uma certa de mania de tratar o tema como algo externo. Mas um idioma não se fixa se você apenas estudar os conteúdos da escola para passar na prova.

Quem aprende melhor e mais rapidamente uma língua é quem está interessado não somente nela, mas no mundo e em si mesmo. É preciso querer aprender e comunicar assuntos diversos. Estar interessado e querer ter o que dizer.

Em linhas gerais, uma língua é uma ferramenta complexa que é capaz de recuperar e organizar nossos conhecimentos. E o conhecimento da língua em si não é o suficiente. É preciso ler, falar e ouvir sobre o mundo, opinar, concordar e discordar, sintetizar e resumir conhecimentos… enfim, apropriar-se da língua por meio das coisas que nos interessam e fazem parte de nossas experiências e interesses.

É por isso que as pessoas mais cultas também costumam ter uma maior facilidade em dominar um idioma estrangeiro. Assim como o domínio das línguas também pode indicar para o mundo que você é uma pessoa mais culta e capacitada.

E isso só traz benefícios ao próximo ponto:

 

O lado profissional

O desemprego no Brasil tem girado em torno de 12% há bastante tempo. E os mais afetados por essas dificuldades são os mais jovens, principalmente pela falta de experiência e jogo de cintura com as questões do trabalho.

No mercado de trabalho, temos visto a ascensão de buzzwords como hard skills e soft kills. As primeiras são os conhecimentos e habilidades técnicas, como saber uma linguagem de programação de software, ter habilitações profissionais, e também a fluência em inglês. E as segundas são coisas mais subjetivas, porém fundamentais, como ser bom em equipes, solucionar problemas, comunicar-se bem, etc.

Como afirma o CEO do Instituto Mindset, Raphael Ruiz: “acontece que pessoas fluentes em outros idiomas costumam ser naturalmente boas em soft skills. Elas têm experiência internacional, estão acostumadas a desembrulhar temas complexos dos idiomas, falam bem e com propriedade”.

E essas são caraterísticas muito desejadas por empregadores. E também por investidores, caso você queira abrir seu próprio negócio. Uma língua estrangeira é, portanto, um elemento-chave para a inovação – tanto no aspecto do profissional quanto da empresa.

 

Mais a fundo…

Para finalizar, vamos ver então alguns dados sobre os benefícios de dominar uma língua estrangeira.

Do lado cognitivo, temos que os bilíngues “têm uma habilidade superior de concentração, resolução de problemas, foco, melhor flexibilidade mental e capacidade de multitasking. Além disso, há até evidências de eles também têm maiores chances de se proteger contra o mal de Alzheimer e outras doenças cognitivas.

Do lado cultural, as vantagens já ficaram claras – um profissional bilíngue tem chances maiores de ter um bom conhecimento geral e saber tratar de muitos assuntos.

E do lado profissional, os benefícios são mais mensuráveis. Estima-se, por exemplo, que o salário de um profissional bilíngue chega a ser mais de 50% maior. E claro, isso se deve ao fato de que os bilíngues têm maiores possibilidades de acessar conhecimentos e contatos profissionais em outros idiomas.

 

Quer sair dessa incômoda minoria de brasileiros bilíngues e ver as suas habilidades cognitivas, sociais e culturais aflorarem? Então venha conhecer o que o Instituto Mindset pode fazer por você e sua carreira!

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