O 4 DE JULHO NOS ESTADOS UNIDOS

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Há algumas semanas, ocorreu o feriado de 4 de julho nos Estados Unidos – data que marca a declaração de independência do país, no longínquo ano de 1776. Devido ao grande alcance das produções culturais da América do Norte, passando de séries a filmes, o 4 de julho deixou de ser uma data com impacto cultural significativo apenas no seu país de origem, passando a ter um impacto significativo em todo o mundo moderno.

Pensando nisso, O Instituto Mindset vai te contar várias curiosidades de uma das datas festivas mais relevantes da contemporaneidade. Let’s have a look!

 

Independência de quê?

O dia da independência dos Estados Unidos comemora a separação formal dos EUA do Império Britânico. Insatisfeitos com as tarifas impostas pelo império, as Treze Colônias que formavam os Estados Unidos à época acabaram tendo sucesso em se desvincular dos ingleses.

 

Mas foi dois dias antes?

John Adams, um dos idealizadores da independência americana e que ajudou a escrever a declaração de independência, escreveu à sua mulher que o dia 2 de julho seria lembrado e celebrado com muita pompa no futuro, exatamente por ser a data que marcaria a independência dos Estados Unidos. Mas espere aí, dia 2?

Isso mesmo. É que dia 2 de julho foi a data que o Congresso Continental aprovou a resolução que levaria à independência, mas a publicação oficial do documento se deu no dia 4.

E nós pensávamos que só brasileiros sofriam com a burocracia…

 

Ninguém é de ferro, ainda mais celebrando

Em 1778, 2 anos após a declaração inicial de Independência, o famoso – e primeiro! – presidente dos EUA, George Washington, resolveu fazer um agrado às tropas americanas: ele concedeu uma porção dupla de rum para comemorarem o 4 de Julho, que só foi ser formalizado como um feriado federal em 1870 – praticamente 100 anos.

 

A gente declarou, mas não ganhou

Embora os EUA tenham declarado sua independência em 1776, o Império Britânico não aceitou de bom grado. As tropas que mencionamos agora há pouco, de George Washington, lutavam na Guerra de Independência, que só viria a acabar formalmente em 1783!

Assim, a declaração de independência foi um importante passo diplomático e uma injeção de ânimo para os norte-americanos, mas ainda havia muita água para rolar.

 

13 não é azar para nós

Embora até nos próprios EUA o número 13 seja considerado de má sorte, não foi sempre assim. Lembram que comentamos que a independência lidava com as 13 colônias americanas se desvinculando do Império Britânico?

Pois é. Por conta disto, vários motes da celebração envolvem este número. Nos primeiros cem anos, quando a nação ainda estava aprendendo a celebrar a data, um dos modos de celebrá-la era que fossem feitos 13 brindes na mesa exatamente para homenagear as 13 colônias.

Hoje em dia, todo 4 de julho, descendentes dos signatários da declaração de independência tocam o sino “Liberty Bell”, que fica na Pensilvânia, 13 vezes, simbolicamente.

 

Haja salsicha

Os americanos adoram comemorar o Independence Day com um churrasco. Só que, é sempre bom lembrar, não é um churrasco “robusto” como o nosso brasileiro – são os churrascos norte-americanos feitos geralmente em grelhas elétricas.

Estima-se que anualmente 150 milhões de salsichas de hot dog são consumidos durante o dia da independência. É o suficiente para cobrir a distância de Washington, D.C. até Los Angeles cinco vezes – sendo que uma viagem de avião para percorrer esses quase 4.000km demoraria umas 4 horas!

 

Uma data “concorrida”

Curiosamente, não só o 4 de julho se tornou sinônimo da Independência dos Estados Unidos, ele também marcou decisivamente a vida – e morte – de três presidentes da nação.

John Adams, que comentamos ali atrás, faleceu no dia 4 de julho de 1826, apenas horas depois do famosíssimo Thomas Jefferson. James Monroe, o quinto presidente da nação, também veio a falecer em 4 de julho, mas de 1831, exatamente cinco anos depois.

Mas também houve um presidente que veio na contra mão. Calvin Coolidge, o 30º presidente dos EUA, nasceu dia 4 de julho de 1872. Isso deve ter ajudado em sua campanha para conseguir o cargo…

 

Produtos chineses da bandeira norte-americana

Até 2016, 87% das bandeiras e 97% dos fogos de artifício importados nos EUA vinham da China. Curiosamente, isso faria com que os habitantes do país celebrassem a independência da nação com produtos fabricados por outra. Se a pessoa quer ser o mais patriótica possível, aí é melhor ver se não tem a versão “Made in USA” em algum lugar…

 

Não tem fogos? Tem o correio!

Para encerrar, uma das curiosidades mais bizarras é do passado distante.

Em 1884, mineradores de Swan City, no Colorado, ficaram irritados quando autoridades locais não quiseram providenciar fogos de artifício para comemorar o 4 de julho. Porém, como não faltava a eles arsenal, eles resolveram mostrar que isso não ia impedi-los de celebrar o feriado.

Eles pegaram suas dinamites e simplesmente explodiram o correio local.

Pois é, feriado é coisa séria.

 

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