DE A1 A C2: ENTENDA OS NÍVEIS CEFR

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Você já estudou numa escola de idiomas, ainda deve se lembrar do “nível” em que você foi colocado. Os níveis, que vão de A1 a C2, são uma maneira de entender como aprender e ensinar um idioma estrangeiro. Neste texto, vamos explicar como você pode usar esses níveis para impulsionar o seu aprendizado e chegar à fluência – em qualquer língua.

Vamos lá!

 

CEFR

É a sigla para Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas: Aprendizagem, Ensinamento, Avaliação, em inglês – Common European Framework for Languages. Trata-se de um padrão internacional que ganhou vida por iniciativa do governo da Suíça e foi elaborado pelo Conselho da Europa, sendo apresentado oficialmente em 2001.

O objetivo do documento não é exatamente padronizar o ensino de idiomas, mas sim definir quais são as funções essenciais que precisamos realizar em qualquer língua.

Foram estabelecidos 3 grandes níveis (A, B, C) divididos nos seis níveis (A1, A2, B1, B2, C1, C2). Cada nível contém uma descrição geral para você começar a entender o que precisa saber para evoluir na língua.

Por exemplo, vejamos as descrições globais para os níveis A1 e C1:

 

A1: É capaz de compreender e usar expressões familiares e cotidianas, assim como enunciados muito simples, que visam satisfazer necessidades concretas. Pode apresentar-se e apresentar outros e é capaz de fazer perguntas e dar respostas sobre aspectos pessoais como, por exemplo, o local onde vive, as pessoas que conhece e as coisas que tem. Pode comunicar de modo simples, se o interlocutor falar lenta e distintamente e se mostrar cooperante.

C1: É capaz de compreender um vasto número de textos longos e exigentes, reconhecendo os seus significados implícitos. É capaz de se exprimir de forma fluente e espontânea sem precisar procurar muito as palavras. É capaz de usar a língua de modo flexível e eficaz para fins sociais, acadêmicos e profissionais. Pode exprimir-se sobre temas complexos, de forma clara e bem estruturada, manifestando o domínio de mecanismos de organização, de articulação e de coesão do discurso.

 

Autoavaliação

É comum que as escolas de idiomas dividam seus alunos em níveis, mesmo que lhes deem outros nomes. Há aquelas que condensam tudo em três níveis: iniciante/básico, intermediário e avançado. Mas mesmo nesses casos, a grande maioria das instituições explicam que o básico se refere aos níveis A1 e A2, e por aí em diante.

Por isso, é muito importante fazer também a autoavaliação. No site do Conselho da Europa, é possível ler o que você precisa levar em consideração para dominar um certo nível.

Citando o próprio documento, vamos ver o que você precisaria saber fazer para chegar ao nível B2. Bom, pelo menos quando o assunto é entender a leitura ou a fala em outra língua:

B2

Compreensão do Oral: Sou capaz de compreender exposições longas e palestras e até seguir partes mais complexas da argumentação, desde que o tema me seja relativamente familiar. Consigo compreender a maior parte dos noticiários e outros programas informativos na televisão. Sou capaz de compreender a maior parte dos filmes, desde que seja utilizada a língua padrão.

Leitura: Sou capaz de ler artigos e reportagens sobre assuntos contemporâneos em relação aos quais os autores adoptam determinadas atitudes ou pontos de vista particulares. Sou capaz de compreender textos literários contemporâneos em prosa.

 

O documento prossegue, estabelecendo parâmetros para a interação oral, a produção oral, e a escrita. O que nos leva ao próximo ponto:

 

Como tirar proveito dessas informações?

Tomando o nível B2 como exemplo, entender palestras e o noticiário são duas funções importantes. Se você procurar um Ted Talk ou ouvir um discurso nativo e não estiver entendendo bem o que está sendo dito, terá de trabalhar para mudar essa realidade.

Você poderá pegar a transcrição do áudio, ler e procurar entender tudo o que está nela. Circular expressões e palavras novas, questionar a sua interpretação do conteúdo, ver se tem problemas com a gramática, tudo isso é importante.

Depois disso, você pode ouvir novamente a fala, sem o texto escrito, e conferir o seu progresso – o quanto mais você entendeu agora? Tente colocar uma porcentagem como referência: eu entendi 50% na primeira audição e 90% na segunda, por exemplo.

É claro que é um estudo contínuo. Você vai precisar fazer isso com alguma regularidade para aguçar os ouvidos e ainda se manter em contato com a língua para não perdê-la. Acredite – é perfeitamente possível “esquecer” um idioma quando deixamos de usá-lo.

 

Voltando a estudar

Para quem lida com a língua inglesa no trabalho, por exemplo, é comum ter aquela sensação de que o seu inglês estacionou. Você continua cometendo os mesmos erros de antes, tem as mesmas dificuldades… mas como você é capaz de se comunicar, você acaba dando o caso por encerrado e talvez até coloque “inglês fluente” no currículo. Acertei?

Para você, fica um experimento interessante: faça a sua autoavaliação usando as descrições dos níveis do CEFR. Determine você mesmo em que nível está e comece a treinar as funções do nível seguinte. Você naturalmente começará a caminhar em direção a ele.

Outra coisa que você pode fazer para chegar definitivamente à fluência é entrar em contato com o Instituto Mindset. A instituição faz o nivelamento de todos os novos alunos, que passam então a ter aulas personalizadas, focadas nas habilidades que mais importam a cada um.

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